Eu andava pelos sinais,
olhava para um lado e para o outro,
e me sentia um louco,
a ponto de sair correndo, pegar um arco-íris
e me jogar no sol,
para derreter aquelas luzes de tonalidades
em verde, amarelo e vermelho,
impregnadas em minha mente.
A cidade era um verdadeiro caos,
todo mundo correndo em direções contrárias,
quando sequer sabem exatamente porque se comportam assim,
apenas com a certeza de que assim é que tem que ser,
para não ficarem no meio do caminho.
E, por um instante, pensei em ficar como uma pedra naquela rua,
no intuito de atrapalhar o andamento da engrenagem
mesmo sabendo que sim,
que eles seriam loucos o bastante para me atropelar,
sendo que não atropelariam uma pedra qualquer
olhava para um lado e para o outro,
e me sentia um louco,
a ponto de sair correndo, pegar um arco-íris
e me jogar no sol,
para derreter aquelas luzes de tonalidades
em verde, amarelo e vermelho,
impregnadas em minha mente.
A cidade era um verdadeiro caos,
todo mundo correndo em direções contrárias,
quando sequer sabem exatamente porque se comportam assim,
apenas com a certeza de que assim é que tem que ser,
para não ficarem no meio do caminho.
E, por um instante, pensei em ficar como uma pedra naquela rua,
no intuito de atrapalhar o andamento da engrenagem
mesmo sabendo que sim,
que eles seriam loucos o bastante para me atropelar,
sendo que não atropelariam uma pedra qualquer
que danificasse os seus carros.
Talvez chamassem os policiais,
que me levariam para qualquer lugar,
tirariam minha roupa, dariam uma coça de cassetete,
abusariam do dever, me fazendo até mesmo chupar a rola de cada um deles,
e me obrigariam a ficar calado sob ameaça de morte.
E continuamos no sinal... a esperar.
Talvez chamassem os policiais,
que me levariam para qualquer lugar,
tirariam minha roupa, dariam uma coça de cassetete,
abusariam do dever, me fazendo até mesmo chupar a rola de cada um deles,
e me obrigariam a ficar calado sob ameaça de morte.
E continuamos no sinal... a esperar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário