Perdi minha face na lua abandonada.
Vesti-me de lobisomem para andar nas montanhas,
Fugindo dos espíritos soltos a cantar.
(Fico triste pelas crianças desnudas do convento.)
Os deuses vieram para serem a cura do mundo,
E usaram de pseudônimos para destilarem veneno.
As crianças se embriagam do vinho seco,
Das águas do pântano,
Que bebe os homens de "pouca fé" a sucumbir.
Eis, EU, o homem que veio salvar-me da peste:
Tirou sua face da lua e virou lobisomem,
Carregando no pêlo dos olhos minha verdade.
Diferente da "verdade" que queima homens em fogueiras
E se perde na fumaça,
A perceber-se ainda na dor de um herege.
(Tristes são as crianças do convento...)
Os deuses vieram me abraçar,
Mas estavam todos com os braços quebrados.
Vesti-me de lobisomem para andar nas montanhas,
Fugindo dos espíritos soltos a cantar.
(Fico triste pelas crianças desnudas do convento.)
Os deuses vieram para serem a cura do mundo,
E usaram de pseudônimos para destilarem veneno.
As crianças se embriagam do vinho seco,
Das águas do pântano,
Que bebe os homens de "pouca fé" a sucumbir.
Eis, EU, o homem que veio salvar-me da peste:
Tirou sua face da lua e virou lobisomem,
Carregando no pêlo dos olhos minha verdade.
Diferente da "verdade" que queima homens em fogueiras
E se perde na fumaça,
A perceber-se ainda na dor de um herege.
(Tristes são as crianças do convento...)
Os deuses vieram me abraçar,
Mas estavam todos com os braços quebrados.
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