domingo, 5 de dezembro de 2010

B.O.



Sigo à procura de um paraíso,
Que me inspire à liberdade que preciso,
Que não tem preço nem Piso,
E nenhum governo a enganar
Cada pessoa desse lugar.

Até passei por mil conflitos
Quis ser rebelde e me vingar
Daquele dia tal
Em que o Dia amanheceu solar
Porém, o BO quebrou o astral.

Que Diabo!

Eles eram cavalheiros negros
Jogando com as peças de sal,

Era na terra colonial
E o meu “pretinho” pegou mal.

Depois de face ao perigo
Eu vi que não estava só,
Porque para cada um de nós
Que se interage com a luz
O paraíso se faz jus. 

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